MELHOR ATRIZ
Adriana Aizenberg – Ropa Súcia (ARG)
MELHOR ATOR
Roly Serrano – CAM 810 (ARG)
MELHOR VÍDEO EXPERIMENTAL
Ventana (ARG)
MELHOR VÍDEO ANIMAÇÃO
O Jumento Santo e a Cidade que se Acabou antes de Começar (PE)
MELHOR VÍDEO DOCUMENTÁRIO
Sabá (SP)
MELHOR VÍDEO FICÇÃO
Doce Amargo Infinito (CE)
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
Melissa Dullius – Éternau (SC)
MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Dênio de Paula - Rapsódia do Absurdo (GO)
MELHOR EDIÇÃO
Erico Rassi – Rapsódia do Absurdo (GO)
MELHOR FOTOGRAFIA
Ivo Lopes Araújo - Doce Amargo Infinito (CE)
MELHOR DIREÇÃO
Henry Meziat – CAM 810 (ARG)
MELHOR ROTEIRO
Henry Meziat, Ezequiel Campa, Cesar Sambarato, Eliana Migliarini e Marcela Castro – CAM 810 (ARG)
MENÇÃO HONROSA
Sinestesia (SC)
JÚRI POPULAR
Lurdinha – A Vendedora de Ilusões (SC)
MELHOR VÍDEO
Mis Pies (ARG)
PRÊMIO PS TECHNIK, PLURAL FILMES E MEDIA TOOLS DE MELHOR VÍDEO CATARINENSE
Lurdinha – A Vendedora de Ilusões
PRÊMIO KODAK, QUANTA, ESTUDIOS MEGA, MEGACOLOR, FUNCINE E CINEMATECA CATARINENSE DE MELHOR VÍDEO CATARINENSE
Jardim do Éden
MELHOR FILME
Leonel Pé de Vento (RS)
MOSTRA DE CURTAS 35mm
MELHOR ATRIZ
Caroline Abras – Alguma Coisa Assim (SP)
MELHOR ATOR
Fernando Cunha – O Homem (DF)
MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
Vida Maria (CE)
MELHOR DOCUMENTÁRIO
Cine Zé Sozinho (CE)
MELHOR FICÇÃO
Alguma Coisa Assim (SP)
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
Adriana Faria - 14 Bis (SP)
MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
André Abujamra e Black Gero - O.D. Overdose Digital (SP)
MELHOR MONTAGEM
Lucas Schiaroli – 76/... (ARG)
MELHOR FOTOGRAFIA
André Lavenére – Dia de Folga (DF)
MELHOR DIRETOR
Ian SBF – O Lobinho Nunca Mente (RJ)
MELHOR ROTEIRO
Ian SBF – O Lobinho Nunca Mente (RJ)
MENÇÃO HONROSA
O Maior Espetáculo da Terra (MG)
JÚRI POPULAR
O Lobinho Nunca Mente (RJ)
MELHOR FILME – PRÊMIO QUANTA
O Lobinho Nunca Mente (RJ)

Ian SBF, o grande vencedor da noite com O Lobinho Nunca Mente

Em 





Atabaques Nzinga é uma homenagem à rainha de Matanda (antiga Angola), Nzinga N’Bandi. Portanto, é um filme etnográfico de alma feminina. Mas não há aqui uma preocupação em contar propriamente uma história. Com muita simplicidade, o fiapo de linha narrativa acompanha a partida de Nzinga (Taís Campos), uma garota órfã que sai de Cachoeira, no norte da Bahia, em busca de suas raízes ancestrais. Localizada no norte da Bahia, às margens do Rio Paraguaçu, a cidade é lugar sagrado para os adeptos do candomblé. Foi de lá que se ouviu o som dos atabaques que anunciaram a chegada dos negros ao Brasil.


Levo a mais grata das impressões. Porque as salas cheias indicam que a coisa está bem feita. Indicam que uma força potente está atrás disso. Porque há uma juventude no público, coisa que é pouco comum. É uma força enorme. É muito importante o que vocês estão fazendo. O apoio do público é o que vocês ganharam de melhor. Quando vejo um bom espetáculo, sei que por trás desse espetáculo houve um bom trabalho. E aqui há bom trabalho, e boas pessoas. 

